O PORTO FRANCO DE LISBOA E O COMÉRCIO LUSO-BRASILEIRO
O PORTO FRANCO DE LISBOA E O COMÉRCIO LUSO-BRASILEIRO.
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Documento
PT/RGPL/FRGLP.PPRLB.06.00011
O PORTO FRANCO DE LISBOA E O COMÉRCIO LUSO-BRASILEIRO
[s.d.]
Na Atlântida, um mensário para Portugal e Brasil, dirigido por João de Barros e João do Rio retoma-se o projecto de “Acordo luso-brasileiro” de Consiglieri Pedroso de 1909. O objectivo estratégico imediato é a criação de uma companhia portuguesa de navegação para o Brasil que tornasse os preços portugueses competitivos. Por outro lado, tendo em conta a situação geográfica de Portugal, avança-se com a ideia de constituir no país um entreposto para a colocação de produtos brasileiros na Europa, que seria o porto franco de Lisboa que incluiria um centro de venda de cacau. Como consequência, há em 1916, a perspectiva de constituir uma Câmara Brasileira de Comércio e Indústria para desenvolver o intercâmbio comercial entre Portugal e Brasil. Infelizmente, há falhas graves na administração pública portuguesa pois os nossos consulados não têm dados para esclarecer os brasileiros sobre o Porto de Lisboa. Infelizmente, Londres domina a navegação oceânica mundial, fazendo gorar esta estratégia luso-brasileira. Por isso, dentro de um projecto estratégico de desenvolvimento de Portugal e do Brasil, falar-se-á de o Rio de Janeiro e Santos se tornarem portos de entrada dos produtos europeus na América do Sul.
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