O TEATRO PORTUGUÊS EM SÃO PAULO E O CASO DO “CARPINTEIRO” EDUARDO GARRIDO
O TEATRO PORTUGUÊS EM SÃO PAULO E O CASO DO “CARPINTEIRO” EDUARDO GARRIDO.
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Documento
PT/RGPL/FRGLP.PPRLB.06.00016
O TEATRO PORTUGUÊS EM SÃO PAULO E O CASO DO “CARPINTEIRO” EDUARDO GARRIDO
[s.d.]
A cena teatral brasileira, quase inexistente no século XIX, conviveu com um vasto repertório português que vai de 1864, ano em que sobem à cena, no Teatro São José, dramas de Augusto César de Lacerda, Ernesto Biester e José Maria de Bráz Martins, até 1898, quando a Companhia de Ópera Cômica, Opereta e Comédia, de Moreira Sampaio, apresentou, entre outros espetáculos, mágicas e operetas de Eduardo Garrido. O Teatro São José foi aberto ao púbico em quatro de setembro de 1864, com a peça A Túnica de Nessus, de Sizenando Nabuco, e dias depois, o drama em três atos Aristocracia e Dinheiro, do escritor português Augusto César de Lacerda (1829- 1903), tem sua primeira representação no palco desse teatro. O objetivo do trabalho é confrontar essas duas formas dramáticas: o drama, com todo o risco que a palavra implica, mas cujo significado dá-se, aqui, no contexto do Romantismo, e a mágica, elaborada como alguns críticos afirmam por carpinteiros teatrais. E a partir desse confronto responder à questão: por que a mágica e as operetas de Eduardo Garrido eram, diferente do que ocorria com alguns dramas, sinônimo de sucesso de bilheteria?
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1809-2748
Atas do 6º Colóquio do PPRLB: Portugal no Brasil: Pontes para o presente
Edson Santos Silva
Universidade Estadual do Centro-Oeste
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